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Soma Criação

Marcas investem em Ecodesign

O planeta clama por ajuda, e é necessário tomar providências que não o prejudique ainda mais.

O plástico, como um todo, tem sido assunto recorrente nos dias atuais. A preocupação com o meio ambiente e os seres vivos que o integram atinge pessoas de todas as idades e classes sociais. Em meio ao desequilíbrio que estamos causando, inúmeros pesquisadores, de todos os lugares, estão empenhados em descobrir alternativas para reduzir o uso de recursos não renováveis, que geram impacto nos ecossistemas. De acordo com o relatório divulgado pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o Brasil é o 4º maior produtor de lixo plástico no mundo, e apenas 1,2% deste conteúdo é reciclado. Recentemente, nos Estados Unidos e na Europa, pesquisadores encontraram partículas de microplástico em amostras de chuva. Algumas companhias estão tomando medidas para diminuir a degradação e contribuir com a sustentabilidade.

Medidas necessárias

Várias empresas estão aderindo ao “Ecodesign”, conceito que visa a promoção do desenvolvimento sustentável. Promover a reutilização e reciclagem de materiais, optar por insumos que não sejam nocivos ao meio ambiente, produzir de forma “limpa” e melhorar a eficiência dos produtos, são alguns dos princípios que integram o design ecológico. A Coca-Cola, por exemplo, lançou uma plataforma chamada “Beyond Packaging” que tem por objetivo encontrar soluções tecnológicas que contribuam para um mundo sem resíduos. Qualquer um que se identifique com a iniciativa pode se inscrever. Além de fazer negócio com uma das maiores instituições do mundo, os escolhidos irão usufruir de aporte financeiro e testar, na prática, a viabilidade de seu projeto.

Da terra para a terra

Outra alternativa para promover o desenvolvimento sustentável é a “bioembalagem”. A ideia é que cada uma seja confeccionada a partir de matéria-prima renovável. Além disso, pode ser compostada, servir de ração animal após o uso ou, simplesmente, ser descartada em qualquer lugar. A Oka Bioembalagens produz exemplares atóxicos e resistentes, a partir da fécula de mandioca, água e fibras naturais. Este novo modelo de negócio atrai interessados, tendo em vista a urgente necessidade de cuidar do meio ambiente.

Antes que seja tarde

Para se ter uma noção da dimensão do problema, há algumas semanas, a ONG “Global Print Network” anunciou que já esgotamos os recursos disponíveis para o ano de 2019. Mais uma vez, ficamos em débito com a natureza. Mudar os hábitos talvez sejam uma das tarefas mais desafiadoras em tudo isso, pois é necessário que cada indivíduo faça sua parte. Obviamente, a tecnologia pode nos ajudar, entretanto, é essencial fomentar novas maneiras de consumir para que seja possível criar novos comportamentos. Nunca estivemos tão próximos de um colapso ambiental, e é imprescindível estar consciente para tomarmos as atitudes corretas, agora!

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