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Soma Criação

UBER investe em mais segurança para motorista e passageiro

A facilidade dos aplicativos de transporte não garante a segurança de quem os utiliza

Os aplicativos de transporte tornaram-se extremamente populares, e fazem parte do cotidiano de milhares de pessoas ao redor do globo. Além de movimentar a economia, os app’s viraram alternativa número um contra o desemprego. Com cada vez mais adeptos, é necessário que essas empresas se reinventem e ofereçam as melhores soluções aos motoristas e usuários.

Os números não mentem

A Uber, lançada em 2009 e presente em vários países, chegou ao Brasil em 2014 e é um dos aplicativos mais utilizados. Os números comprovam o sucesso da companhia: são 600 mil motoristas cadastrados e 22 milhões de usuários em território brasileiro. São Paulo, por exemplo, destaca-se como uma das quatro regiões metropolitanas responsáveis por 24% do faturamento com transportes, ao lado de Londres, Nova Iorque, São Francisco e Los Angeles. Um dos aspectos mais discutidos desde a chegada da empresa no país é a segurança. E, com o aprimoramento da tecnologia, é possível estudar e concretizar melhorias que garantam a integridade dos condutores e usuários.

Violência nas ruas

Em contrapartida, desde a chegada da instituição no país, estima-se que 16 motoristas foram mortos. Essas informações estão presentes no livro de Mike Isaac, publicado no último dia 3, nos Estados Unidos. A obra discorre sobre a primeira década da Uber, e afirma que a necessidade obsessiva de crescimento ocasionou mudanças em relação ao pagamento que deveria ser, exclusivamente, por meio de cartão de crédito. Também é comum o contrário: em agosto, um ex-funcionário foi acusado de estuprar uma passageira. Infelizmente, estes acontecimentos tornaram-se habituais no Brasil.

Mudanças necessárias

Na última semana, a Uber lançou uma campanha em que exibe uma série de vídeos nas redes sociais, que exploram as medidas de segurança adotadas para proteger motoristas e usuários. O conteúdo foi desenvolvido pela equipe da Cidade do México e adaptado para outros países da América Latina. Basicamente, abordam informações pouco conhecidas pelos clientes. Os passageiros poderão checar dados dos condutores, e será possível cancelar viagens consideradas arriscadas. Além disso, há um GPS que acompanha o trajeto e um botão de emergência para acionar a polícia. Ambos poderão compartilhar o itinerário com familiares ou amigos e contar com o U-Check, idealizado juntamente com o Serasa Experian, para autenticação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) do funcionário, CLRV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo) e verificar se ele possui antecedentes criminais.

O U-Check, inclusive, foi desenvolvido no Tech Center, localizado em São Paulo. É o primeiro laboratório da Uber que tem por objetivo desenvolver soluções de segurança em todo o mundo. A empresa define as novas tecnologias como prioridade para aperfeiçoar métodos que garantam a proteção de todos que utilizam o aplicativo.

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